5 Ways Analytics Accelerates Government IT Modernization | MicroStrategy
Stories

5 maneiras como o business intelligence acelera a modernização de TI na área de governo

O evento “MicroStrategy Federal IT Modernization Summit”, realizado no final de 2018, reuniu CIOs e líderes de tecnologia da área de governo dos EUA com a finalidade de promover uma  discussão sobre importantes e atuais questões, como a adoção de cloud neste segmento estratégico, a experiência do “cliente” e as principais prioridades para a modernização de TI, como o business intelligence.

A tecnologia de analytics foi um tema recorrente e de contribuição significativa em todas as discussões sobre o tema modernização. Seguem abaixo alguns destaques que mostram como o analytics deveria ser top of mind dos líderes de governo, em qualquer país, em suas iniciativas de modernização:

1 - O analytics proporciona valor para os clientes

O CIO do Departamento de Agricultura dos EUA, Gary Washington , iniciou o evento fazendo a seguinte pergunta: como a TI pode agregar valor? Lembrando que este é um departamento que tem trabalhado duro em seus esforços de mudança do cenário da tecnologia para o benefício de todos os envolvidos, especialmente os clientes do Departamento de Agricultura: os produtores!

O Governo Central, em Washington, validou o trabalho realizado pelo Departamento de Agricultura, em conjunto com a Administração Geral de Serviços, que foi baseado na criação de um framework da modernização via centros de excelência. Com destaque para o projeto de adoção de serviços de analytics e href="https://www.microstrategy.com/br/get-started/desktop#utm_source=blog&utm_medium=post&utm_campaign=epr-BI">business intelligence para modernizar o modo como o departamento visualiza os dados.

Ao explicar como o analytics e as visualizações proveem valor aos “clientes”, o governo dos EUA reforçou as medidas que foram tomadas em relação aos processos físicos e os sistemas que os fazendeiros necessitavam para endereçar questões cruciais, como solicitações de financiamento e obtenção de autorizações, entre outras. Analisando o cenário geral de dados, foi criado um portal self-service que agora sedia estes processos on-line, reduzindo a necessidade de visitas a bancos e outras agências que, anteriormente, afastavam os fazendeiros de seu trabalho.

Neste case, serviços de analytics e visualizações foram capazes de suportar processos mais eficientes, acurados e seguros, o que gerou um serviço ao cliente mais forte, uma infraestrutura mais forte e, por sua vez, operações agrícolas mais fortes.

2 - Visualizações iniciam conversas

O painel de discussão do summit registrou um impressionante grupo de líderes do universo de TI no governo:

  • Todd Coleman, Diretor de Data Analytics – Políticas Amplas e Administração de Serviços Gerais do governo americano
  • Joyce Hunter, ex-deputada e CIO para Política e Planejamento, USDA
  • Henry Sienkiewicz, ex-CIO e Autoridade de Autorização Designada, Agência de Sistemas de Informação da Defesa

Coleman destacou o fato de o dado ser uma habilidade nova no governo. De acordo com ele, aparecer em uma reunião perguntado: “O que posso fazer por você? O que podemos te oferecer?” não costuma funcionar muito bem. As pessoas na sala muito provavelmente não saberão as respostas. Por outro lado, você consegue chegar lá utilizando os dados disponíveis e as ferramentas certas para produzir informações visuais, acionáveis. "Qualquer que seja o dado que você tenha, mostre-o de uma forma visual. Certamente isto iniciará uma conversação” , enfatiza Coleman.

3 - 3 - Dados levam à transformação organizacional

Joyce Hunter e Peter AikenDiretor de Data Blueprint, exploraram em profundidade a utilização dos dados para a inovação, transformação e modernização da TI.

“Hoje, o dado é o mais poderoso – porém subutilizado e pobremente gerenciado – ativo organizacional”, notou Aiken, que diz ainda que os dados, assim como os recursos financeiros e de caixa, são parte indispensável das operações de uma companhia. Muitas pessoas não compreendem ainda o papel que os dados ocupam na modernização e alguns os utilizam melhor que outros. A transformação real reside em como o dado está sendo acessado.

4 - Feedback dos dados levam a ações concretas

O psicólogo do setor de RH do Departamento de Valores Mobiliários e Câmbio dos EUA, Gonzalo Ferro, mostrou como a visualização dos resultados do programa de engajamento dos colaboradores resultou em dividendos para todo o departamento.

As responsabilidades de Ferro no SEC incluem analisar os dados da força de trabalho para incrementar a tomada de decisão organizacional, melhor gerenciar o capital humano e ajudar a direcionar a estratégia de negócios. O problema: os processos atuais não são suficientemente eficientes. Em uma pesquisa recente, somente 40% dos colaboradores disse acreditar que o seu feedback resultará em ações reais.

A agência então passou a empregar ferramentas de business intelligence e visualização de dados para angariar mais rapidamente e com mais facilidade resultados na análise e comunicação de dados para os líderes. O que fomentou um processo mais eficiente para identificar problemas em times específicos e possibilitou aos oficiais procurar o pessoal de RH para pedir recomendações e soluções.

A SEC conseguiu, então, melhorar os resultados nas pesquisas e revisar processos. Com as visualizações, linhas de tendências e o display de outros dados acionáveis por todo o pessoal do departamento, a comunicação ficou mais clara e transparente. "Eles falam, nós escutamos e assim conseguimos tomar ações concretas,” diz Ferro.

Com dados fortes e ferramentas de visualização, a SEC está conseguindo poupar tempo e recursos com o desenvolvimento de dashboards para todas as áreas do gerenciamento de capital humano. Ferro diz que este ano o departamento pretende inserir todos os itens de seu processo de planejamento de ações dentro dos dashboards.

5 - Estatísticas mudam comportamentos

O ex-gerente Geral de Processos Operacionais e Métricas de Performance do TSA (Transportation Security Administration), Bob Scanlon ,olhou para o passado para avaliar algumas mudanças de comportamento geradas pela estatítica e que podem dar boas lições para o governo, em seu olhar para a frente rumo à modernização da TI.

Quando os EUA assumiram a construção do canal do Panamá, relembra Scanlon, foi criado e distribuído um jornal, com o objetivo de ajudar as pessoas locais a melhor se conectarem entre si. Porém, algo surpreendente aconteceu: a produtividade aumentou. Por que? A cada edição, o jornal registrava a produtividade das diversas equipes. Como resultado, os times se tornaram mais e mais competitivos, dando cada um o melhor de si para melhorar a classificação de seu grupo. E, assim, a produtividade floresceu. Lição aprendida: se nós não vermos a performance, nós não reagimos a ela. .

Em relação ao TSA, o departamento usou MicroStrategy para maximizar a eficiência operacional por meio da análise de métricas estratégicas, incluindo tempo de espera dos passageiros, ocorrências de acidentes com a equipe e utilização dos equipamentos. Nos primeiros dois anos, os resultados não somente mostraram ganho de eficiência, mas também pouparam para o departamento mais de US$ 124 milhões em custos operacionais.

E você, também está buscando acelerar as iniciativas de modernização em uma agência governamental? Olhe primeiro para os dados e o analytics!

Quer saber como a MicroStrategy está ajudando outras agências governamentais a obterem mais eficiência e mudanças transformadoras? Clique aqui.

Comments Blog post currently doesn't have any comments.