Vamos entrar na nuvem? | MicroStrategy
BI Trends

Vamos entrar na nuvem?

E, de repente e sem que nos déssemos muita conta, a nuvem está por todos os lados.  Até mesmo, em um “sabor” muito presente no nosso dia a dia, a Internet – que é considerada uma grande nuvem de conteúdo. Atualmente, projetamos tudo para a Internet e tudo o que usamos em nossos smartphones deve funcionar no modo 4G. Quando colocamos os famosos www em nosso browser, estamos acessando um outro computador localizado em algum lugar do mundo.  

Podemos dizer que já consumimos a nuvem de várias formas diferentes, desde os anos 1990, quando os provedores de e-mail surgiram. Também temos falado muito sobre a crescente adoção em nível mundial do cloud BI, que dobrou nos últimos três anos. Apesar disso, sempre temos um questionamento dentro das empresas: vamos entrar na nuvem?

#1 Gaste menos com a nuvem

Ao pensarmos se “vamos entrar na nuvem ou não”, devemos nos apegar ao fato de que construir e manter um Data Center é caro, trabalhoso e traz seus riscos.  A infraestrutura do Data Center fica cada dia obsoleta com mais rapidez e é preciso manter o hardware e software básico sempre atualizados, além de cuidar do backup, da virtualização, da otimização etc. Todo ano precisamos fazer uma revisão ou comprarmos mais memória RAM e, de certa forma, tudo isso encarece o custo de infraestrutura.

#2 Tire o peso das suas costas

Gerenciar um Data Center não é fácil. Não é só o custo, mas também existe a dor de cabeça de manter a infraestrutura e as pessoas que administram o ambiente. Hoje as empresas, independente da sua área de atuação, devem estar preocupadas em oferecer uma boa experiência e um bom serviço. O esforço do time de TI e negócios deve ser focado em criar aplicações de serviços para os clientes, cada vez melhores, e não se deve “perder tempo” cuidando de servidor ou de Data Center. Há de manter o foco em seu core business. Um bom argumento para compartilhar com todo o seu time a decisão de “entrar na nuvem” é que, a partir desse momento, a responsabilidade será transferida para um ambiente especializado, otimizado e elástico, o Cloud.

# 3 Fique tranquilo que você sempre estará seguro

Segurança é um aspecto crítico desde sempre.  Em tempos de LGPD então, a preocupação cresceu exponencialmente. Os grandes provedores de Cloud já são certificados e contam com níveis de segurança elevados para ajudar a garantir a integridade dos dados de seus clientes.

Lembre-se: ter as aplicações em casa não é sinônimo de segurança. Seu data center pode pegar fogo, pode ser invadido, e quando você terceiriza isso na nuvem, de certa forma, você está transferindo a responsabilidade.

# 4 Tenha alta disponibilidade e agilidade em se restabelecer se algo acontecer

Quando se tem uma aplicação on premises, qualquer mudança na rotina de backup pode tornar serviços indisponíveis. Isso é diferente no caso do Cloud porque há a flexibilidade na disponibilização dos serviços. Fora que não adianta ter um só Data Center, é preciso pensar em um plano de Disaster Recovery, ou seja, deve existir o seu Data Center, mas deve existir também seus dados em um outro Data Center. E se isso acontece dentro de casa, pode ter certeza de que será muito mais custoso do ponto de vista financeiro e de tempo.

Quando falamos “vamos entrar na nuvem”, é possível criar com dois cliques uma aplicação em São Paulo e replicar essa mesma aplicação nos EUA por exemplo, como solução de Disaster Recovery.

# 5 Vamos entrar na nuvem e acelerar o time to Market

Não é nada complicado fazer uma migração. Esse é um paradigma que precisa ser quebrado. Para fazer em casa, tem todo o trabalho de comprar infraestrutura, pensar na arquitetura, no provisionamento do ambiente e quem vai fazer a manutenção. No Cloud, especialmente se você contar com alguém que te apoie de ponta a ponta, não é assim.  Uma aplicação de BI pode estar na nuvem em 30 minutos.

De acordo com um estudo desenvolvido pelo Dresner Advisory Services, cada vez é maior o número de empresas que adotam o Cloud Business Analytics. Saiba mais sobre a adoção de ferramentas analíticas em modelos de negócios.

Comments Blog post currently doesn't have any comments.