Qual a importância do Business Analytics para o gestor de RH? | MicroStrategy
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Qual a importância do Business Analytics para o gestor de RH?

Temos ouvido com bastante frequência que o papel e os skills dos profissionais, de maneira geral, têm mudado na era da transformação digital e da cultura analítica.

Aliás, quem é da área de recursos humanos sabe disso melhor do que qualquer outra pessoa, afinal lida diariamente com diferentes tipos e níveis de profissionais e sabe que, independentemente da área de atuação, saber tomar decisões baseadas em dados é um grande diferencial.  E para o gestor de RH?  Qual a importância do Business Analytics no dia a dia?

Como não poderia deixar de ser, o modo de atuação tem se transformado rapidamente. A visão analítica deve permear todas as decisões para profissionais que, assim como eu, atuam nessa área. Essa mentalidade, juntamente com o background de business, conhecimento de tendências internacionais, de leis e, claro, de conhecimentos mais técnicos, compõem o perfil do gestor de RH moderno em empresas de tecnologia. Na busca de desenvolvimento e contribuição para o negócio, não dá mais para apoiar-se apenas no domínio de desenvolvimento organizacional.

Assim como qualquer outro executivo, o diretor ou gestor de RH precisa tomar decisões com agilidade e não dá para fazer isso sem informações. Defender alguma medida, argumentar as decisões, fazer alguma solicitação, ou mesmo colocar em andamento alguma estratégia ou construir um Business Case com prós e contras para apresentar a sua decisão, é bem mais assertivo quando se utiliza ferramentas de Business Analytics. Ter acesso aos dados é sinônimo de conhecimento do negócio e do seu público interno, e comprova que você sabe do que está falando e tem um pensamento estruturado.

É bem mais complicado trabalhar sem dados, criar e otimizar campanhas de RH que sejam benéficas tanto para o empregado, como para a empresa. Para acertar, é preciso identificar a população dentro da empresa e seus costumes. Por exemplo, conseguimos identificar que não faz sentido desenvolver nenhuma ação in house porque as pessoas não vêm e não participam. Então, temos que ser criativos e fazer ações on-line ou que levem esses funcionários para outros ambientes.

Falo isso por experiência própria: nem sempre o que funciona em uma empresa serve para outra. Em uma experiência anterior, vivi exatamente essa situação. A ideia era patrocinar uma sessão de fotos para as mães, e foi um fiasco! Mas, por quê? Simplesmente porque não olhei para os dados, e não vi que quase 90% da população da empresa era composta por homens; além disso, a comunicação foi por e-mail, e maioria desses funcionários não acessava suas caixas postais. Além disso, ninguém se atentou que poderia ser uma ótima oportunidade para presentear a esposa ou a mãe. No fim, gastamos dinheiro e não tivemos adesão e engajamento, ficando longe dos resultados esperados.

Quando você precisa planejar uma ação na empresa é fundamental dispor de ferramentas de acesso a informações com agilidade, e pude sentir isso em primeira mão ao iniciar aqui na MicroStrategy. O primeiro relatório que levantei foi um mapa que tem tudo sobre o quadro de funcionários: quantos ocupam cada função, qual o salário de cada um, quanto tempo trabalha na empresa, datas de aniversário, e uma série de outras informações que me permitiu encurtar o caminho de saber onde eu estava pisando.

Enfim, neste ambiente de mudanças rápidas da era digital, o gestor de RH que não souber usar do poder do Business Analytics fica fragilizado. As aplicações são inúmeras, e as soluções nos ajudam a entender melhor o nosso público e tomar decisões muito mais estratégicas e informadas. Existe uma ampla gama de possibilidades de uso e aplicações, e será um prazer compartilhar com vocês algumas delas. Apenas para concluir, fica um exemplo: veja como a própria MicroStrategy está usando os hyperintelligence cards para a gestão dos seus recursos humanos.

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