Tendências em BI | MicroStrategy
BI Trends

Como o analytics pode ajudar a vender mais na Black Friday?

A Black Friday tem conquistado importância e a confiança dos consumidores brasileiros nesses últimos anos, e até perdeu de certa forma o apelido de “Black Fraude”.  Para se ter uma ideia, em 2018, as vendas do e-commerce brasileiro durante a Black Friday foram estimadas em R$ 2,6 bilhões.

Para esse ano, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, espera-se um crescimento de 18% em relação ao montante do ano passado, no que diz respeito às vendas online.  Outra informação interessante, extraída do site www.blackfriday.com.br, é que o ticket médio de compra durante o Black Friday é estimado em mais de R$ 600. Ainda, segundo o levantamento, 70,2% dos consumidores que planejam fazer compras na data afirmam que pretendem gastar mais de R$ 500. Ou seja, essa é hora do varejo aproveitar, mas como vender mais na Black Friday?

Nesse cenário competitivo, cresce cada vez mais a importância de se obter uma visão 360° dos seus clientes e, mais ainda, de se buscar formas de aumentar a margem e investir em soluções criativas que proporcionem o crescimento dos negócios, sem falar da habilidade de tomar decisões em frações de segundo. De acordo com a pesquisa Global State of Analytics 2020, a maioria das pessoas que precisa tomar decisões baseadas em dados (60%) diz levar horas ou dia para conseguirem informações que precisam. Apenas 3% consegue encontrar o que precisam para decidir uma venda importante em segundos.  A tecnologia, obviamente, representa uma grande mola propulsora e o analytics também. Realidade aumentada, inteligência artificial, analytics, IOT e mais recentemente a inteligência a zero cliques são grandes apostas e a conexão dessas inovações é capaz de trazer oportunidades interessantes para os negócios.

Esmiuçar os dados para obter insights, visando saber quem são os clientes, o que eles gostam, o que eles querem, quando querem e o que eles gostariam que fosse oferecido em tempo real e no futuro colaboram jornada de encontrar formas de vender mais na black friday. Ter a capacidade de analisar o inventário de produtos, especialmente para deixar claro para o cliente o que está ou não disponível também faz a diferença.

Além disso, com a hyperintelligence, isso pode ser ainda melhor, o que antes exigia uma série de ações, agora é feito quase que imperceptivelmente. Os insights surgem diretamente nos fluxos de trabalho, em tempo real. As informações vão aparecendo e saltando aos seus olhos, quando se fazem mais necessárias. Na prática, imagine que você está analisando uma planilha Excel com os resultados de vendas de suas regionais e precisa saber sobre o desempenho de uma cidade específica; ou então está acompanhando suas vendas em tempo real na internet.  Pensando no método tradicional, seria necessário abrir diferentes arquivos, abas, relatórios, dashboards e dossiês para, então, conseguir fazer essa análise do cenário. A partir da hyperIntelligence, o tempo e trabalho são poupados, pois, enquanto você trabalha na planilha, os cartões com as informações disponíveis no BI simplesmente surgem do nada ao passar o mouse sobre uma palavra. Por aqui, chamamos isso de HyperCard.

Sem falar da possibilidade de usar linguagem natural, machine learning e recursos de voz, chatbots, software de reconhecimento de imagem e outros aplicativos modernos, que trazem um diferencial de agilidade gigantesco no dia a dia no trabalho, especialmente em um ambiente tão competitivo como o varejo. Além do utilização da realidade aumentada que ajuda a trazer insights dos produtos na loja. Segurando o dispositivo móvel – seja um smartphone ou tablet – a tecnologia de reconhecimento de imagem faz a leitura e entrega informações importantes da rotina de trabalho, como quantidade de estoque, detalhes do produto, dos clientes e mais. São os recursos tecnológicos cada vez mais a favor do seu negócio.

A inovação também pode ajudar o consumidor. Já pensou em disponibilizar para seu cliente um tablet ou um smartphone, ou até mesmo criar uma aplicação que ele possa baixar e que possa ser usada no momento da decisão de compra?  Ele chega em uma loja de roupas, por exemplo, escolhe uma peça e, usando a câmera de seu celular, scaneia esse produto ou um QR Code.  Cruza essa imagem com dados históricos do analytics e, automaticamente, surgem hypercards com informações ou imagens de outros produtos que combinam muito bem com a primeira escolha e que podem ajudar a compor o look. E mesmo que aquele produto não esteja disponível na hora, naquela loja, ele pode escolher e depois receber em casa. Para o cliente, esse cenário é a combinação perfeita entre fazer a melhor escolha e, ao mesmo tempo, ter uma experiência de consumo muito mais high tech e agradável. Já a empresa, estamos falando de uma oportunidade maravilhosa de up e cross selling, de aumento de ticket e de margem, uma vez que pode sugerir produtos estratégicos e que te proporcionam maiores lucros.

Em suma, os varejistas inovadores estão aproveitando os dados que já possuem, como o feedback de clientes, informações pessoais, pesquisas de produtos e histórico de compras, juntamente com insights extraídos de mídias sociais, dispositivos digitais, voz e sensores de IoT, por exemplo, para criar melhores campanhas de marketing; ter experiências inovadoras juntamente a experiência online e off-line, analisar e melhorar as experiências de compras on-line; tornar o atendimento ainda mais personalizado; trazer mais conveniência ao cliente e até mesmo aprimorar a contratação de mão de obra.  Tudo isso serve não só para vender mais na Black Friday, mas também o ano todo.

Comments Blog post currently doesn't have any comments.